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Dra. Lia Calvacante

Formada pela Universidade Federal da Paraíba – UFPB, a Dra. Lia Cavalcante é médica com Residência em Otorrinolaringologia pela Santa Casa de Misericórdia de Maceió. Tem especialização em Otoneurologia pelo Hospital das Clínicas e Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP. Integra a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologista e Cirurgia de Cabeça e Pescoço.

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Especialidades

Especialidade médica, clínica e cirúrgica, responsável pelo diagnóstico e tratamento das doenças da cabeça e do pescoço, especialmente, ouvido (oto), nariz (rhino) e garganta (laringo). A principal função do otorrinolaringologista é a de cuidar da audição, da respiração, da voz (englobando as cordas vocais), da garganta e de tudo que estiver relacionado a isso, como o sono e as alergias das vias respiratórias.

A avaliação do Otorrinolaringologista, também chamado de Otorrino, é muito importante para o correto diagnóstico e tratamento das doenças que se manifestam no ouvido, nariz e garganta. O tratamento pode ser tanto cirúrgico quanto clínico, dependendo da doença e de cada caso especificamente.

Geralmente o profissional é procurado após indicação de um outro médico, na maioria das vezes um clínico geral ou pediatra. Mas, o paciente pode e deve procurar o Otorrino, sempre que perceber que está com problemas relacionados aos ouvidos, nariz e garganta.

O otorrinolaringologista acompanha o indivíduo desde o nascimento até a velhice, tratando das principais doenças que acometem cada fase da vida. Na infância as otites e amigdalites são mais frequentes; na idade adulta, as rinites, sinusites e rouquidão e nos idosos, a surdez e os distúrbios do equilíbrio.

Subespecialização da Otorrinolaringologia responsável pelos cuidados do ouvido interno, alterações do labirinto e cóclea. Assim como cuidados com doenças do equilíbrio e zumbidos. Cabe ao toneurologista o diagnóstico baseado na história clínica do paciente e em um conjunto de procedimentos de avaliação do equilíbrio corporal e da audição, conhecido como avaliação otoneurológica. Os achados otoneurológicos permitem delinear o quadro clínico de cada paciente com tontura e o tratamento adequado.

Muitas vezes a tontura, é definida como sensação de perturbação do equilíbrio corporal, sintoma comum, frequentemente acompanhado de desequilíbrio e quedas recorrentes. Estas quedas podem causar fraturas e consequências ainda mais graves.

A tontura pode ser de caráter giratório (vertigem) ou não (instabilidade, sensação de flutuação, visão borrada, atordoamento etc.) e pode estar associada a outros sintomas, como perda auditiva, zumbido, náuseas e vômitos.

Na maioria das vezes, a tontura origina-se no sistema vestibular, que compreende a orelha interna (labirinto), o nervo cocleovestibular, os núcleos e vias vestibulares e suas interrelações no sistema nervoso central.

O comprometimento do labirinto também pode ocorrer devido a problemas situados em outras partes do corpo humano. Várias doenças e a multimedicação podem afetar secundariamente o sistema vestibular, gerando tontura e desequilíbrio corporal. Mais raramente, a tontura pode ser de origem puramente visual, neurológica ou psicológica.

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